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Nascido em Salvador, capital da Bahia, no dia 18 de janeiro de 1963, o economista Rui Costa dos Santos teve uma infância de menino pobre na Liberdade, considerado um dos bairros negros mais populosos fora da África. Estudou a vida toda em escola pública, viu o pai envelhecer trabalhando muito e ganhando pouco, e desde cedo encarou o batente fazendo ‘biscates’ para levar dinheiro pra casa.

Filho do metalúrgico Cloves dos Santos e da dona de casa Maria Luzia Costa dos Santos, Rui foi o segundo filho, tendo um irmão mais velho, Robson, e dois mais novos, Roberval e Rosemeire. A família morava na Rua Major Cunha Matos, uma transversal da Ladeira do São Domingos, entre a Liberdade e a Baixa do Fiscal. Doceira de mão cheia, dona Luzia confeitava bolos de festa para ajudar no orçamento da família, em parceria com amigas como Dilza Moinhos, madrinha de Rui.

Considerado pelos vizinhos e familiares um menino “bom, educado e estudioso”, Rui logo se destacou no colégio, merecendo os cuidados especiais da mãe, que não raro virava as noites fazendo as lições com ele.


ESTUDOS E FORMAÇÃO ACADÊMICA

Cursou o ginásio no Colégio Estadual Luiz Tarquínio, na Boa Viagem. Depois veio o período da Escola Técnica Federal da Bahia (ETFBa, hoje IFBA), onde Rui fez o curso técnico de Instrumentação Industrial.

Em 1983, no auge da efervescência sindical, Rui passou no vestibular da UFBA para Ciências Sociais. Na fábrica, o chefe aceitou um regime especial no qual ele trabalhava todos os dias até as 22 horas e compensava o resto nos sábados e domingos. Após a demissão em 1985, abandonou o curso, dada a incompatibilidade de horário.

Em 1993, passou no vestibular da UFBA para o curso de Economia, no qual é graduado.


VIDA POLÍTICA

Rui Costa filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 1982, passando a trabalhar na construção de diretórios na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

Em 2000 recebeu 5.835 votos (inicialmente como suplente). Em 2004, foi o vereador mais votado do PT, reeleito com 8.901 votos.

Na Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização da Câmara Municipal, teve atuação relevante em assuntos como a MP da empregada doméstica, indicação que hoje é Lei federal assinada por Lula; na indicação que resultou na Lei Municipal nº 6914/05, de estímulo à geração de empregos na área cultural; projeto de Lei nº 119/04, que combate a fraude nos combustíveis em Salvador; elaborando emendas ao substitutivo do Projeto de Lei nº 410/05, que estabelece medidas para tornar o transporte público adaptado às necessidades das pessoas com deficiência (PcD); gerando recursos para atendimento às crianças e adolescentes em situação de risco social; além do projeto de lei que prevê remuneração às cooperativas e aos catadores de lixo pelo trabalho de limpeza da cidade.

Em 2006, foi candidato a deputado federal e recebeu 38.020 votos, mas ficou apenas como suplente, não sendo eleito.

Em 2007, foi convidado a assumir a Secretaria de Relações Institucionais da Bahia (Serin), no primeiro governo Wagner.

Em 2010, foi eleito o deputado federal mais votado do PT Bahia, com 212.157 votos, em 398 municípios baianos (dos 417). A 54ª Legislatura vai até 2014.

Em 2011, primeiro ano de mandato foi membro titular na Comissão Mista de Orçamento e na Comissão de Finanças e suplente na Comissão de Educação e da Comissão Especial da DRU, que visava à desvinculação de receitas da União. Também foi coordenador do Núcleo de Finanças do PT.

Considerado um parlamentar assíduo, tem 96,4% de presença confirmada nas sessões deliberativas da Câmara e 92,5% nas reuniões das comissões.

Foi indicado pela bancada federal do PT para ser o relator da área de saúde, quando preparou e votou o orçamento para o ano de 2012.

Em janeiro de 2012, licenciou-se para assumir a chefia da Casa Civil da Bahia (no dia 5 de janeiro), no segundo governo Wagner.

Em 29 de novembro de 2013, o Partido dos Trabalhadores anuncia o nome de Rui Costa para disputar as eleições de 2014 ao Governo do Estado. Uma decisão aprovada por unanimidade pelo Diretório Estadual.

Em 5 de outubro de 2014, Rui Costa é eleito governador da Bahia, no primeiro turno das eleições, com 3,5 milhões de votos. Em 2018, com 76% dos votos, Rui foi reeleito no primeiro turno e se tornou o governador da Bahia eleito com o maior percentual da história do estado.

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