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	<title>Arquivo Lideres - PT - Bahia</title>
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	<title>Arquivo Lideres - PT - Bahia</title>
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		<title>Jerônimo Rodrigues</title>
		<link>https://www.ptbahia.org.br/lideranca/jeronimo-rodrigues/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[guilherme]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 24 Jan 2023 19:38:49 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Primeiro governador autodeclarado indígena do Brasil, Jerônimo Rodrigues (PT) tem 57 anos, é engenheiro agrônomo, professor licenciado da Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs) e foi eleito governador da Bahia no segundo turno das eleições de 2022, em outubro, com 52,79% dos votos válidos. Ex-secretário estadual do Desenvolvimento Rural (SDR) e da Educação (SEC) na gestão do governador Rui Costa (2015-2022), Jerônimo disputou as eleições tendo como candidato a vice-governador Geraldo Júnior (MDB), presidente da Câmara Municipal de Salvador.</p>
<p>Este será o primeiro cargo eletivo ocupado por Jerônimo Rodrigues, que definiu como prioridades da sua gestão à frente do Executivo baiano o enfrentamento da fome e a promoção da inclusão social por meio de políticas públicas alinhadas com o Governo Federal. Para alcançar este objetivo, ele promoveu uma reforma no Governo do Estado e criou novas estruturas administrativas, a exemplo da Coordenação Geral do Programa Bahia Sem Fome. O novo governador da Bahia também desmembrou a Secretaria de Justiça, Direitos Humanos e Desenvolvimento Social (SJHDS) em duas novas pastas: a de Justiça e Diretos Humanos (SJDH) e a de Assistência e Desenvolvimento Social (Seades). Elas passarão a executar programas e ações alinhadas com o Governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva a partir de 2023.</p>
<p>Outra marca forte do novo Governo do Estado será o diálogo com outras esferas de poder, a exemplo das Câmaras Municipais de Vereadores, e com os movimentos sociais, sindicatos, associações e entidades de classes. Jerônimo também pretende fortalecer a parceria com os 417 Municípios da Bahia por meio dos Consórcios Intermunicipais em áreas como saúde, segurança, educação e infraestrutura, garantindo o avanço do desenvolvimento do estado e gerando emprego, renda e dignidade aos baianos e baianas.</p>
<p><strong>Experiência em gestão</strong></p>
<p>Considerado homem de confiança do governador Rui Costa (2015 a 2022), o baiano Jerônimo Rodrigues nasceu em 3 de abril de 1965 no povoado de Palmeirinha, na pequena Aiquara, cidade com cerca de 6 mil habitantes localizada no território de identidade do Médio Rio de Contas, na região de Jequié. Responsável pelos Programas de Governo Participativo do governador Rui Costa nas eleições de 2014 e 2018, Jerônimo Rodrigues elaborou propostas que se tornaram marcos da gestão do PT no Governo da Bahia, a exemplo das Policlínicas Regionais de Saúde, do Programa Primeiro Emprego e de diversos programas de assistência estudantil que colocaram comida na mesa de centenas de milhares de famílias baianas e têm combatido a evasão escolar.</p>
<p>Jerônimo foi secretário estadual do Desenvolvimento Rural (SDR), entre 2015 e 2019, e da Educação, entre 2019 e 2022. Nas duas pastas estaduais, foi responsável pela execução dos maiores investimentos realizados pelo Estado da Bahia na história, nesses dois segmentos.</p>
<p>Na SDR, secretaria implantada por Jerônimo Rodrigues no primeiro ano da gestão Rui Costa, foram investidos mais de R$ 2,5 bilhões pelo Estado da Bahia para fortalecer a agricultura familiar. Também foram realizados investimentos na construção e/ou requalificação de 442 Agroindústria Familiares e na regularização fundiária e ambiental de propriedades rurais. O Estado da Bahia possui 762.848 estabelecimentos rurais deste 593.411 são identificados como Estabelecimentos da Agricultura Familiar, representando 77,78% do total.</p>
<p>Na Secretaria da Educação, Jerônimo Rodrigues deu início ao maior programa de infraestrutura escolar da história da Bahia, considerado o maior investimento da atualidade em todo o Brasil. São mais de R$ 3,5 bilhões investidos na ampliação, modernização, requalificação e construção de novas escolas. Gestor da secretaria durante a pandemia do Coronavírus, Jerônimo criou inúmeros programas de assistência estudantil como o Vale-Alimentação Estudantil, que disponibilizou recurso financeiro para todos os estudantes matriculados na rede estadual de ensino durante a pandemia. Outros exemplos de programas de assistência estudantil são o Bolsa Presença, que assegura – mensalmente – bolsa de pelo menos R$ 150 a famílias de baixa renda com estudantes matriculados na rede estadual; e o programa Mais Estudo, que garante bolsas de até R$ 600 para que estudantes das quatro universidades estaduais baianas (Uesb, Uesc, Uesf e Uneb) consigam permanecer nessas instituições e não desistam do ensino superior.</p>
<p>Jerônimo Rodrigues também fortaleceu projetos e programas que deram oportunidade a centenas de milhares de jovens, a exemplo do Educar para Trabalhar, que ofertou vagas de ensino técnico profissional a estudantes da rede estadual; o Partiu Estágio; e o Mais Estudo, que paga bolsas a estudantes que atuam como monitores dentro de suas próprias escolas. Jerônimo ampliou a educação em Tempo Integral, contratou o maior número de professores da história da Bahia por meio de concurso público e fortaleceu a alimentação escolar em toda a rede estadual de ensino.</p>
<p><strong>Atuação no Governo Federal</strong></p>
<p>Antes de assumir as duas secretarias de Estado no Governo Rui Costa, Jerônimo exerceu cargos de gestão no Governo Federal durante a presidência de Dilma Rousseff, entre os anos de 2011 e 2014. Ele foi secretário Executivo Adjunto do Ministério do Desenvolvimento Agrário, Secretário Nacional do Desenvolvimento Territorial (SDT/MDA), Secretário Executivo do Programa Proterritórios/Cumbre Ibero Americana e Assessor Especial do Ministro do Desenvolvimento Agrário.</p>
<p>Na gestão do ex-governador Jaques Wagner (PT), Jerônimo foi assessor especial da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Estado da Bahia (2007/2010) e assessor especial da Secretaria do Planejamento do Estado da Bahia (2010).</p>
<p><strong>A escola de Jerônimo</strong></p>
<p>Em março de 2022, Jerônimo Rodrigues foi escolhido pelo Partido dos Trabalhadores, em decisão unânime deliberada em reunião da Executiva Estadual do partido, como nome para suceder o governador Rui Costa à frente da administração do Estado da Bahia, a partir de janeiro de 2023.</p>
<p>A pré-candidatura de Jerônimo Rodrigues foi lançada em 31 de março de 2022, na Bahia, com a presença do pré-candidato à presidência da República pelo PT, Luiz Inácio Lula da Silva. A aliança partidária do petista, que também teve apoio dos senadores Jaques Wagner (PT) e Angelo Coronel (PSD), foi formada por outros oito partidos além do PT: PSB, PC do B, MDB, PSD, Avante, PV e Patriota. No segundo turno, a base de apoio do candidato petista aumentou e teve adesão do PSOL, Rede Sustentabilidade e PSC, além de lideranças políticas de outros partidos que, até então, estavam no campo da oposição.</p>
<p><strong>Vida Pessoal</strong></p>
<p>Jerônimo foi o penúltimo dos nove filhos de Seu Ziza e Dona Maria Cerqueira, que também tiveram Januário, Plácido, Maria Antônia, Thereza, Lúcia, Marta, Rita e Zeferino. Com a morte do irmão mais novo, Jerônimo ganhou o apelido de Caçulo. Todos nasceram em casa, com o auxílio da parteira Dinha Cate, na pequena cidade do interior da Bahia.</p>
<p>O pai de Jerônimo, Seu Ziza, era vaqueiro e agricultor. Trabalhava na própria terra, uma pequena propriedade rural que não era suficiente para garantir o sustento da sua família. Durante a maior parte do ano, Seu Ziza viajava para trabalhar em propriedades rurais da região de Jequié, garantindo comida e dignidade para seus filhos. Dona Maria também era uma mulher de luta: costurava e fazia marmitas para comercializar, ajudando a manter os filhos. Faz parte da história da família a permanente luta pela vida, com trabalho, respeito e dignidade. Outra marca da família é a força e a liderança das mulheres, que tiveram papel importantíssimo na formação de Jerônimo.</p>
<p>Aos 9 anos, Jerônimo vai a Jequié para cursar o Ensino Fundamental 2. A única escola que tinha no distrito de Palmeirinha era multisseriada, ou seja, reunia estudantes de períodos diferentes na mesma turma. Em busca de um ensino de melhor qualidade, a família decide levar Jerônimo para Jequié.</p>
<p>Após a conclusão do Ensino Médio, Jerônimo foi para Salvador com a sua irmã Marta para fazerem cursinho pré-vestibular. As outras irmãs, Maria Antônia, Tereza, Lúcia e Rita, ficaram na região. A primeira aprovação foi no curso de Construção Civil, na Universidade do Estado da Bahia (Uneb). Jerônimo chegou a iniciar os estudos no campus do Cabula, em Salvador, mas não deu continuidade ao curso. Ele decidiu tentar o vestibular da Universidade Federal da Bahia (Ufba) para o curso de Engenharia Agronômica, quando foi aprovado, no ano de 1987, para estudar no campus federal de Cruz das Almas, no Recôncavo Baiano. Foi em Cruz das Almas que Jerônimo conheceu Tatiana Velloso, engenheira agrônoma e professora da Universidade Federal do Recôncavo Baiano (UFRB), com quem se casou e teve o único filho, João Gabriel.</p>
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		<title>Rui Costa</title>
		<link>https://www.ptbahia.org.br/lideranca/rui-costa/</link>
		
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		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 20:49:33 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Nascido em Salvador, capital da Bahia, no dia 18 de janeiro de 1963, o economista Rui Costa dos Santos teve uma infância de menino pobre na Liberdade, considerado um dos bairros negros mais populosos fora da África. Estudou a vida toda em escola pública, viu o pai envelhecer trabalhando muito e ganhando pouco, e desde cedo encarou o batente fazendo ‘biscates’ para levar dinheiro pra casa.</p>
<p>Filho do metalúrgico Cloves dos Santos e da dona de casa Maria Luzia Costa dos Santos, Rui foi o segundo filho, tendo um irmão mais velho, Robson, e dois mais novos, Roberval e Rosemeire. A família morava na Rua Major Cunha Matos, uma transversal da Ladeira do São Domingos, entre a Liberdade e a Baixa do Fiscal. Doceira de mão cheia, dona Luzia confeitava bolos de festa para ajudar no orçamento da família, em parceria com amigas como Dilza Moinhos, madrinha de Rui.</p>
<p>Considerado pelos vizinhos e familiares um menino “bom, educado e estudioso”, Rui logo se destacou no colégio, merecendo os cuidados especiais da mãe, que não raro virava as noites fazendo as lições com ele.</p>
<p><strong><br />
ESTUDOS E FORMAÇÃO ACADÊMICA</strong></p>
<p>Cursou o ginásio no Colégio Estadual Luiz Tarquínio, na Boa Viagem. Depois veio o período da Escola Técnica Federal da Bahia (ETFBa, hoje IFBA), onde Rui fez o curso técnico de Instrumentação Industrial.</p>
<p>Em 1983, no auge da efervescência sindical, Rui passou no vestibular da UFBA para Ciências Sociais. Na fábrica, o chefe aceitou um regime especial no qual ele trabalhava todos os dias até as 22 horas e compensava o resto nos sábados e domingos. Após a demissão em 1985, abandonou o curso, dada a incompatibilidade de horário.</p>
<p>Em 1993, passou no vestibular da UFBA para o curso de Economia, no qual é graduado.</p>
<p><strong><br />
VIDA POLÍTICA</strong></p>
<p>Rui Costa filiou-se ao Partido dos Trabalhadores (PT) em 1982, passando a trabalhar na construção de diretórios na Região Metropolitana de Salvador (RMS).</p>
<p>Em 2000 recebeu 5.835 votos (inicialmente como suplente). Em 2004, foi o vereador mais votado do PT, reeleito com 8.901 votos.</p>
<p>Na Comissão de Finanças, Orçamento e Fiscalização da Câmara Municipal, teve atuação relevante em assuntos como a MP da empregada doméstica, indicação que hoje é Lei federal assinada por Lula; na indicação que resultou na Lei Municipal nº 6914/05, de estímulo à geração de empregos na área cultural; projeto de Lei nº 119/04, que combate a fraude nos combustíveis em Salvador; elaborando emendas ao substitutivo do Projeto de Lei nº 410/05, que estabelece medidas para tornar o transporte público adaptado às necessidades das pessoas com deficiência (PcD); gerando recursos para atendimento às crianças e adolescentes em situação de risco social; além do projeto de lei que prevê remuneração às cooperativas e aos catadores de lixo pelo trabalho de limpeza da cidade.</p>
<p>Em 2006, foi candidato a deputado federal e recebeu 38.020 votos, mas ficou apenas como suplente, não sendo eleito.</p>
<p>Em 2007, foi convidado a assumir a Secretaria de Relações Institucionais da Bahia (Serin), no primeiro governo Wagner.</p>
<p>Em 2010, foi eleito o deputado federal mais votado do PT Bahia, com 212.157 votos, em 398 municípios baianos (dos 417). A 54ª Legislatura vai até 2014.</p>
<p>Em 2011, primeiro ano de mandato foi membro titular na Comissão Mista de Orçamento e na Comissão de Finanças e suplente na Comissão de Educação e da Comissão Especial da DRU, que visava à desvinculação de receitas da União. Também foi coordenador do Núcleo de Finanças do PT.</p>
<p>Considerado um parlamentar assíduo, tem 96,4% de presença confirmada nas sessões deliberativas da Câmara e 92,5% nas reuniões das comissões.</p>
<p>Foi indicado pela bancada federal do PT para ser o relator da área de saúde, quando preparou e votou o orçamento para o ano de 2012.</p>
<p>Em janeiro de 2012, licenciou-se para assumir a chefia da Casa Civil da Bahia (no dia 5 de janeiro), no segundo governo Wagner.</p>
<p>Em 29 de novembro de 2013, o Partido dos Trabalhadores anuncia o nome de Rui Costa para disputar as eleições de 2014 ao Governo do Estado. Uma decisão aprovada por unanimidade pelo Diretório Estadual.</p>
<p>Em 5 de outubro de 2014, Rui Costa é eleito governador da Bahia, no primeiro turno das eleições, com 3,5 milhões de votos. Em 2018, com 76% dos votos, Rui foi reeleito no primeiro turno e se tornou o governador da Bahia eleito com o maior percentual da história do estado. Com a vitória de Lula à presidência em 2022, Rui Costa tomou posse em janeiro de 2023 como ministro da Casa Civil do Governo Federal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Jaques Wagner</title>
		<link>https://www.ptbahia.org.br/lideranca/jaques-wagner/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ative]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 20:48:50 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Jaques Wagner nasceu no Rio de Janeiro em 16 de março de 1951. É casado, tem três filhos, um enteado e é avô de sete netos. Filho de Joseph Wagner e Cypa Perla Wagner, imigrantes judeus poloneses, iniciou sua trajetória política em 1969, no movimento estudantil, quando ingressou no diretório acadêmico da Faculdade de Engenharia Civil da Pontifícia Universidade Católica (PUC-RJ).</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;"><strong><br />
PERSEGUIÇÃO PELA DITADURA E FUNDAÇÃO DO PT</strong></p>
<p>No início da década de 1970, passou a ser perseguido pela ditadura militar e teve que abandonar o curso de Engenharia e sair do Rio de Janeiro. Chegou à Bahia em 1974, terra que adotou e foi adotado como filho. Morando no Subúrbio Ferroviário de Salvador, Wagner ingressou na indústria petroquímica no polo de Camaçari, na região metropolitana da capital, onde se tornou técnico em manutenção.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seu compromisso com as causas sociais, a luta pela democracia e pelos direitos dos trabalhadores o levou a atuar no Sindicato dos Trabalhadores da Indústria Petroquímica (Sindiquímica-BA), do qual foi diretor e presidente. Nesta época, em um congresso dos petroleiros, conheceu Luiz Inácio Lula da Silva, com quem mantém uma estreita amizade e parceria há mais de 35 anos.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">A capacidade de diálogo e natural liderança política levaram Wagner a exercer papel de destaque na fundação do Partido dos Trabalhadores e da Central Única dos Trabalhadores. Jaques Wagner foi o primeiro presidente tanto do PT quanto da CUT na Bahia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Filiado ao partido desde então, foi eleito deputado federal em 1990. Depois de três mandatos como parlamentar, concorreu à prefeitura de Camaçari e ao governo da Bahia em 2000 e 2002, respectivamente, e, em ambos, ficou na segunda colocação.</span></p>
<p><strong>MINISTRO DE LULA E PRIMEIRO MANDATO COMO GOVERNADOR</strong></p>
<p>Com a vitória de Lula, foi convidado pelo então Presidente da República para a função de Ministro do Trabalho e posteriormente, em 2005, tornou-se ministro das Relações Institucionais, assumindo a coordenação política do governo e suas relações com o Congresso Nacional. Ainda comandou a Secretaria Especial do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social da Presidência da República, onde consolidou-se como um dos principais quadros nacionais reconhecido pelo diálogo e construção de consensos entre governo, empresários e a sociedade civil organizada.</p>
<p><span style="font-weight: 400;">Jaques Wagner foi eleito Governador da Bahia, em outubro de 2006. Apesar de as pesquisas indicarem uma vitória no primeiro turno e com ampla vantagem do seu adversário e antecessor no cargo, Paulo Souto, Wagner venceu com 52,8% dos votos válidos, num total de 3.242.336 votos, impondo a mais contundente derrota à hegemonia do carlismo nas eleições da Bahia em décadas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Seguindo o modelo inaugurado por Lula, Wagner fez um governo marcado pela forte aposta nos valores republicanos, refundando a democracia na Bahia, em diálogo transparente e franco com o conjunto da sociedade, sem as perseguições que marcaram a política baiana por décadas.</span></p>
<p>Teve foco no desenvolvimento social e implementação de políticas públicas voltadas às camadas historicamente excluídas da população, no investimento em geração de emprego, renda e combate às desigualdades regionais e na inauguração de um novo ciclo de crescimento econômico na Bahia, com a dinamização do parque industrial e construção de grandes obras de infraestrutura, que redesenharam as logísticas econômicas, sociais e culturais da Bahia.</p>
<p><strong>SEGUNDO MANDATO</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua administração obteve reconhecimento de sucesso da população e, em 2010, Jaques foi reeleito governador da Bahia, novamente em primeiro turno, com ampla vantagem sobre seu adversário do DEM – 63,8% dos votos válidos. Foram 4.101.270 votos, a maior votação já conquistada até então por um governador na história da Bahia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Na Educação, Wagner promoveu o maior processo de alfabetização da Bahia, através do TOPA (Todos Pela Alfabetização), trouxe para a Bahia novas universidades federais e construiu a primeira política de Educação Profissional. Ainda no campo das Políticas Sociais, sua administração inaugurou a agenda de investimentos na Promoção da Igualdade Racial, nas Políticas para as Mulheres, Juventude e Agricultura Familiar.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Nos oito anos à frente do Governo da Bahia, o “Galego”, apelido dado pelo amigo Lula e consagrado na política baiana, colecionou importantes conquistas e vitórias. Na área da Saúde, destaque para os investimentos em equipes do Programa de Saúde da Família, na construção de hospitais regionais e na inédita e bem-sucedida experiência do Hospital do Subúrbio, em Salvador, primeira Parceria Público-Privada na saúde na história da Bahia.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Mas foi no campo da Infraestrutura que Jaques Wagner deixou sua marca mais contundente. Os investimentos em estradas e programas como o Água Para Todos e Luz Para Todos, mudaram radicalmente o acesso dos baianos a direitos básicos e criaram novas redes locais de desenvolvimento e elevação da qualidade de vida, em todas as regiões do estado. No que tange à Infraestrutura Econômica, Wagner ousou ao resgatar grandes projetos adormecidos como a construção da Ferrovia Oeste-Leste (FIOL), o Porto Sul, e obras como as adutoras, a Via Expressa, a Arena Fonte Nova e o Metrô de Salvador e Lauro de Freitas.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Sua popularidade foi posta à prova em 2014, quando elegeu seu sucessor, amigo e ex-secretário Rui Costa, também em primeiro turno, para o Palácio de Ondina. Com grandes realizações, principalmente nas áreas de Infraestrutura e Saúde, como o Metrô de Salvador e as policlínicas, Rui hoje é considerado um dos melhores governadores e gestores do Brasil.</span></p>
<p><strong>MINISTRO DE DILMA</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Em 2015, foi indicado pela Presidenta Dilma Rousseff para assumir o Ministério da Defesa em substituição ao ministro Celso Amorim. Com o agravamento da crise política em Brasília, Jaques Wagner foi nomeado Ministro da Casa Civil em 2015 e, ainda no corrente ano, Ministro-Chefe do Gabinete da Presidência da República.</span></p>
<p>De volta à Bahia após a cassação do mandato de Dilma, assumiu a coordenação-executiva do CODES, Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social, e, em seguida, a titularidade da Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico, sempre com a tarefa de contribuir com o Governo Rui Costa no diálogo, mediação e elaboração de estratégias de crescimento para o estado da Bahia.</p>
<p><strong>SENADOR MAIS VOTADO DA HISTÓRIA DA BAHIA</strong></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Deixou o governo em abril de 2018 para disputar uma das cadeiras no Senado Federal como representante da Bahia, nas eleições de outubro. Venceu a disputa para o Senado com 4.253 milhões de votos, a maior votação de um senador na história da Bahia. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Compromisso com a democracia e com os que mais precisam são as marcas de Wagner. Militante do movimento sindical, dirigente partidário, parlamentar, governador, ministro. Em todas as funções públicas que exerceu, Jaques Wagner deixou a marca da democracia, do respeito, da lisura, da competência e do compromisso inabalável com o combate às desigualdades e a construção de uma sociedade mais justa, solidária e fraterna.</span></p>
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		<item>
		<title>Éden Valadares</title>
		<link>https://www.ptbahia.org.br/lideranca/eden-valadares/</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[ative]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Dec 2021 20:48:05 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><span style="font-weight: 400;">Éden Valadares, 40 anos, está no seu segundo ano como Presidente do PT Bahia. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Natural de Salvador e pai de dois filhos, Éden iniciou sua trajetória de militância no movimento estudantil, como diretor da UNE e na Secretaria de Juventude do PT baiano.</span></p>
<p><span style="font-weight: 400;">Foi o primeiro coordenador de políticas públicas do Governo da Bahia e já coordenou campanhas de Rui Costa e Jaques Wagner, de quem foi chefe de gabinete na Casa Civil da Presidência da República e no Senado. </span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;"><br />
</span><span style="font-weight: 400;">Eleito em primeiro turno com 60% dos votos, Éden traz a renovação política como principal pauta da sua gestão.</span></p>
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