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Marta cobra pagamento de motoristas do SAMU e critica gestão: “Modelo de terceirização que desrespeita o trabalhador”

Última atualização: 17 de maio de 2022

A vereadora do PT disse que outro exemplo de descaso municipal é o PICS, projeto da prefeitura que privatiza diversos bens e serviços públicos básicos para a população

A vereadora Marta Rodrigues (PT) cobrou da prefeitura, nesta terça-feira (17), o pagamento salarial dos motoristas e condutores das ambulâncias do SAMU, com atrasos referentes aos meses de março e abril, deixando 120 veículos desativados, e criticou o modelo de terceirização e privatização que o executivo municipal tem adotado nos últimos anos, trazendo, diz ela, danos à qualidade dos serviços públicos e desrespeito aos direitos trabalhistas.

“A empresa licitada pela prefeitura para os funcionários do SAMU foi a OZZ Saúde, do Rio de Janeiro já possuía um histórico conturbado de não compromisso com pagamentos em estados como Paraná e Santa Catarina. Além das contratações de terceirizadas, muitas delas sem transparência, e que apresentam bom histórico, a prefeitura insiste na venda da cidade, a exemplo do PICS aprovado na Câmara”, diz se referindo ao Plano Integrado de Concessões e Parcerias de Salvador, que passa para a iniciativa privada bens e serviços públicos básicos, fundamentais para a população pobre, a exemplo de iluminação, cemitérios, parques e equipamentos culturais, sem qualquer debate ou transparência.

Segundo ela, funcionários do SAMU denunciam que por causa da falta de pagamento cerca de 120 ambulâncias ficaram desativadas, provocando um ‘caos’ no serviço de atendimento de urgência na capital. Um ofício foi enviado à prefeitura no dia 7 de maio, mas a edil não obteve resposta. “É preciso mais responsabilidade com esses profissionais, e demais trabalhadores e trabalhadoras. Não tivemos bons exemplos com os modelos da prefeitura, vide o caso dos funcionários da CSN, e é preciso mudar esse política de gestão, que na verdade é mais um projeto que não valoriza o setor público”, acrescentou a petista, pré-candidata a deputada federal.

Para a vereadora, tem sido uma tendência da prefeitura nos últimos anos sucatear serviços públicos básicos para cede-las à iniciativa privada sob a justificativa ilusória de que a gestão será melhor. “No caso da OZZ Saúde, a licitação foi feita em novembro, e em fevereiro assumiu o contrato no valor de R$ 7,51 milhões. E logo depois o que presenciamos são circunstâncias como essas. Essa política de gestão só recai em mais problemas administrativos e financeiros, com os trabalhadores e trabalhadoras tendo seus direitos trabalhistas desrespeitados”, pontuou.

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