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Aumento de Tarifa: Bruno se exime da crise de anos do transporte que ele e Neto acentuaram ainda mais com apoio da política de preços da Petrobrás”, diz Marta

Última atualização: 3 de junho de 2022

Para a vereadora do PT, em coletiva a imprensa o prefeito tentou se eximir do aumento na tarifa oriunda do modelo de transporte adotado na capital baiana e se esqueceu de falar que alta nos combustíveis é consequência da política de preços do governo que ele e o ex-prefeito apoiaram

A vereadora Marta Rodrigues (PT) disse, nesta sexta-feira (3) que o prefeito Bruno Reis se omitiu em coletiva a imprensa hoje sobre a realidade que levou ao aumento da tarifa do m Salvador. “O aumento da tarifa é consequência de uma crise que se arrasta há anos e que seu grupo político foi ainda mais conivente ao apoiar essa política de preços que está afetando o Bolsonaro trabalhador em tudo, na alta dos alimentos, no preço do botijão de gás, na inflação e agora piorando o precarizado sistema de transporte municipal”, disse.

Para Marta, o prefeito tenta se eximir duplamente, não só do aumento da tarifa, ao atribui-lo a não concessão do subsídio federal e não assumir o modelo inadequado de gestão do transporte municipal adotado desde o ex-prefeito Acm Neto, mas também do encarecimento de vida da população. “Chegou para o povo e não contou que ele e o ex-prefeito apoiaram a atual e absurda politica de preços e de xcombustiveis da Petrobrás do governo federal que culminou em prejuízos no bolso da população de Salvador e do Brasil, a exemplo dos altos preços dos alimentos, inflação e do botijão de gás e agora aumento de tarifa”.

De acordo com Marta, era evidente que que não haveria subsídio federal, mas ainda assim eles tentaram se desviar da responsabilidade. “O governo federal nunca teve preocupação com sistema de transporte público no Brasil tampouco com a sobrevivência da população mais pobre. É muito grave uma capital como Salvador, que tem os maiores índices de pobreza do país, pioradas nessa pandemia, tenha uma das tarifa mais cara do Brasil, onde as pessoas tem que escolher entre pegar ônibus ou andar a pé para ter o mínimo, sobreviver e ter segurança alimentar”, diz lembrando que pesquisa recente da Superintendência de Estudos Econômicos e Sociais da Bahia (SEI), que apontou aumento da cesta básica na cidade em 2,17%, chegando a R$ 481,93, em março, oque representa quase 50% de um salário mínimo
.
Segundo Marta a crise do transporte público foi intensificada pela prefeitura de ACM Neto no modelo de gestão do transporte adotado 2014 e agora ele e Bruno Reis tentam se eximir da responsabilidade. “Ao longo dos anos, o grupo político deles ao invés de encarar o problema deu continuidade ao modelo de gestão inadequado. Agora foram a Brasilia sob a justificativa do subsídio federal para se eximirem da crise que já era antiga e de conhecimento público e sequer tocou no assunto da política de preços da Petrobras, que acentuou ainda mais essa crise”

Para a pré-candidata a deputada federal na Bahia, o resultado disso é mais um ano com a população sofrendo com a alta dos alimentos, do preço do gás e com a precarização do transporte público, notoriamente ineficiente, superlotado, sujo e de má qualidade. “É Mais um aumento junto com retirada do Domingo é Meia, o fim da expiração de créditos numa cidade onde maioria do passageiro é trabalhador ou trabalhadora informal, pega ônibus, e muita gente sequer recebem sequer o salário mínimo”,

“Esta mais caro sobreviver e agora o cidadão tem que tirar 4,90 de tarifa de ônibus em Salvador. È algo totalmente absurdo e desumano numa cidade formada por negras e negros, com grande parte de trabalhadores informais que muitas vezes não conseguem sequer pagar uma cesta básica”.

Marta pontua ainda que em o prefeito renunciou milhões aos cofres públicos com isenção de impostos a empresas de ônibus, comprou passagens, fez acordos com o Ministério Público por melhorias e nada disso aconteceu.

“Ano após anos a tarifa aumenta, e debatemos na Câmara ao longo dos anos, inclusive quando existia uma politica de preços e combustíveis justas antes do golpe contra Dilma, e essas concessões e isenções as empresas de ônibus pela gestões municipais continuaram, enquanto o problema aumentava assim como a precariedade. Em 2019, e na Câmara isenção ao ISS para as empresas de cerca de 300 milhões, que o prefeito renunciou. A questão não é só o combustível, é a nebulosidade em torno do sistema que já dura anos e o prefeito e o ex nunca se importaram. O povo mais uma vez pagando o preço”, finalizou.

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