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Sem turbulências ou judicialização – Artigo de Jonas Paulo

Última atualização: 22 de fevereiro de 2022

O prenúncio e de uma eleição presidencial polarizada, acirrada com desdobramentos de tensão permanente nos Estados e muita mobilização de rua onde deduzimos haverá bastante ocorrências e judicialização. A aliança política que compõe a coalizão de Governo na Bahia e há 16 anos dirige o Estado, tem a tarefa de garantir a Bahia como retaguarda estratégica da vitória da candidatura do Presidente Lula de garantir-lhe uma ampla margem favorável no 4° colégio eleitoral do Pais e a partir dai influenciar e puxar a ampliação de margem no Nordeste.

São Paulo terá tarefa semelhante no Sudeste, para ao menos equilibrar a disputa e contagiar MG e RJ na mesma direção para o Nordeste garantir a Vitória…. Na eleição passada, o Nordeste fez uma margem de 11.5 milhões, mas no Triângulo das Bermudas (SP, MG, RJ) perdemos pela margem de 13 milhões, pois não tínhamos palanques sólidos e nem unidade política plena nas campanhas.

Fernando Haddad e Jaques Wagner pela expressão nacional que possuem terão na Bahia e em São Paulo papel central em liderar e harmonizar a aliança em torno da candidatura Lula e garantir a partir da força da campanha liderar a Região Nordeste e o Sudeste que são essenciais a nossa estratégia de vitória do Lula no País.

Portanto harmonizar todas as forças que apoiam o nosso candidato num só palanque nacional e estabelecer a melhor convivência entre as forças políticas é o papel principal da candidatura Haddad ao Governo para vencer SP e garantir a Vitória do Lula.

Na Bahia, tarefa idêntica terá o Jaques Wagner que junto com o Governador Rui Costa lideram há 16 anos uma heterogênea frente politica de centro-esquerda sob a condução do PT, que mais uma vez é chamado para o compromisso de ser esteio e referência de construção da vitória nacional do Lula Presidente e garantir a unidade de um forte palanque de forças heterogêneas mas que já caminham juntas na Bahia há 15 anos mesmo que algumas delas tenham relações fortes com o Governo Federal, que será nosso adversário principal nas e eleições presidenciais.

Assistimos algumas movimentações legítimas e normais de ajustes para a composição da chapa que concorrerá ao Governo do Estado e Senado e sustentará na Bahia a campanha de Lula a Presidência da Republica com a enorme tarefa de garantir-lhe a maior margem numérica e proporcional sobre o principal adversário o Presidente da República candidato a reeleição.

A eleição será ESSENCIALMENTE NACIONAL e, portanto, a unidade das forças políticas e partidárias que compõe a coalizão que governa a Bahia é IMPRESCINDÍVEL… Mesmo sabendo que temos forças políticas fechadas conosco aqui no Estado, mas o seu staff nacional é o principal aliado do Presidente da República que será o nosso principal adversário na disputa nacional.

Portanto teremos que ter todo o cuidado em cada passo ou mexida no tabuleiro para a composição da Chapa e estratégia de disputa pois podemos abrir flancos para o adversário e mergulharmos numa crise institucional e num contencioso jurídico de consequências desastrosas para a nossa candidatura no Estado para seguir vencendo e mudando a Bahia e para garantir a ampla margem na Bahia para o Presidente Lula o que é fundamental para a sua vitória no País.

Como sabemos a prerrogativa de definir alianças composições táticas eleitorais tanto na Lei dos Partidos Políticos como na Lei Eleitoral é das Direções e Convenções Nacionais dos Partidos Políticos, agora ainda mais com o financiamento público de campanhas, os fundos eleitorais e o fundo partidário também ficam no controle nacional. Portanto a vinculação umbilical do processo baiano ao processo nacional é mais que necessário e protege a todos tomarmos o cuidado de não perdermos a Governabilidade Política com operações que abram flancos para os adversários locais e nacionais e que instabilizem o Governo do Estado e a coalizão de forças que o dirige que se transformará em Frente Eleitoral. Que precisará de muita unidade e coesão politica e não mergulhar num mar de instabilidade política insegurança jurídica e crise institucional.

Como no 2 de julho, o Povo da Bahia não faltará ao Brasil garantindo mais uma vez a liberdade a democracia e a soberania do Pais e do Povo Brasileiro.

Wagner Governador!
Lula Presidente!

Jonas Paulo
Coordenador do NAPP-NE
Ex-Presidente do PT Bahia

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